segunda-feira, 27 de abril de 2009

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sábado, 25 de abril de 2009


"Quando a noite cair e o som
Te lembrar algum sonho bom
E fazer tudo transcender
Tristeza vai sumir
E ninguém vai sofrer...

Sintonize sua vibração
Não há tempo pra viver em vão
E não pense mais em desistir
Existe um mundo que só quer te ver sorrir

Não chora!
A nossa vida é feita mesmo
Para se aprender
E agora!
É hora de tentar se libertar
Não vai doer...

Deixe a energia do som te levar
A vibe positiva solta pelo ar
Quem sente com a alma
É capaz de amar
Tá sempre livre pra cantar..."

quinta-feira, 23 de abril de 2009




É estranho quando todas as coisas parecem estar diferentes de onde costumeiramente estavam... e o dia inteiro parece completamente novo ao que antes fora. Mas não há medo agora, talvez pela certeza de que todos os caminhos que se seguiu convergiram para um único ponto: um ser formado, forte. E todos os outros trajetos que esse ser vier a escolher convergirão para um centro mais amplo, mais calmo, mais perfeito, equilibrado... para ele e para os outros.
E toda essa perfeição não provém de algum outro que mesmo por merecimento ou obrigação ache que deva ser honrado pelo achado tão raro; é própria do corpo que a criou, uma perfeição buscada muitas vezes sem um motivo justo, sem uma identidade que chamasse o perdido... mas que hoje se mostra clara, forte e sensata.
Por isso, hoje, compreende-se que não há dia nublado, terremoto e nenhuma outra catástrofe natural que impeça a vida de seguir seu rumo, pois apesar de todas as dificuldades ainda o sorriso persiste no fundo da alma de todos que acreditam no melhor que ainda possam ser, não por devoção ou medo; para si prórpios.

(Thaís Leal)

Realização em conhecer o Air Supply.


Tantas vezes suas músicas embalaram meu coração, vezes alegres, outras tristes... mas cada uma se fazendo presente em minha vida na medida certa, no momento exato... E ajudando, assim, a compor mais uma parte de mim...
Iam-se minhas tardes e noites, madrugadas e dias meditando em cada palavra, em cada frase... e então eu me via ali, expressa em músicas únicas que eu jamais pude imaginar existiam.
Quando vimos que haveria show deles em Belém, foi inacreditável, e até as 00:00 do dia 18 de abril de 2009 tudo ainda parecia fantasia até que eles chegaram cantando "Sweet Dreams":
"This is the time when you need a friend,
You just need someone near
I'm not looking forward to the night
I'll spend thinking of you when you're not here"
.
A partir de então, cada música entrava em meu corpo com mais violência, até que "Just as I am" fez transbordar toda a emoção que até então estava conseguindo segurar...
"I've had a lot of big dreams,
I've made a lot of bad moves...
I know you could walk away but you never do
(...)
I'm not easy to understand but you hold out your hand.
And you say you love me just as I am;
You always treat me the best that you can...
You say you want me, need me,
love me baby just as I am, just as I am".

Então não teve como não explodir completamente...
Lembraça maravilhosa, jamais esquecerei.

Obrigada a todos que me proporcionaram conhecer a banda, desde suas música a pelo menos 6 anos atrás; aos que informaram dia e hr da chegada deles; e a todos que alegraram ainda mais esse momento tão especial. (H., C., D. e família.)

Thaís.

Antes de começar o show do Air.

"Eu sei que nada sou por isso estou aqui...
Mas eu sei que o amor que o Senhor tem por mim, é muito mais que o meu; sou gota derramada no mar.
Quanto tempo também o Senhor me esperou; nas tardes encontrou saudade em meu lugar... Mas ao me ver na estrada ao longe voltar, num salto se alegrou e foi correndo me encontrar...
E não me perguntou nem por onde eu andei, os bens que eu gastei mais nada me restou;
Mas olhando em meus olhos somente me amou, e ao me beijar,me acolheu num abraço de pai."

(
Rosa de Saron)

quarta-feira, 22 de abril de 2009


Como mostrar toda essa tempestade que acontece dentro de mim com furor, com ardor, com toda essa violência dolorosa que extravasa a alma e consome o corpo? Impossível, improvável... Pois qual a serventia do melhor ator representando a peça perfeita para uma platéia vazia, sem que haja ao menos uma alma encarnada para levantar e aplaudir, ou mesmo vaiar?
Sim; identifico-me com esse ator irreal, do qual a existência não passa apenas da imaginação de um escritor falido e sem amor que passa as noites embebedado na vergonha de ser o que a vida o tornou, buscando respostas impossíveis, amigos imaginários, uma fuga bem sucedida da realidade que machuca a cada suspiro, a cada lembrança.
Provavelmente, escrvendo sobre um personagem fantasioso possa enxergar-se nele, e transcendendo as injustas leis da vida, possa imputar-lhe uma personalidade diferente da sua, um final feliz apesar do seu...
E assim, rabisca histórias alegres e momentos importantes com a mesma fé que os deseja para si, rezando acordado para que a caneta tenha o poder mágico de levá-lo para dentro da história, tornando-o importante para a vida que seria sua.
Nesse instante o Sonho do escritor e o Personagem se fundem, e toda possibilidade de êxito corre entre cada palavra que se forma e sái riscando o papel vivamente... mas num piscar de olhos a realidade grita, e como uma mãe sem amor deixa sua impressão de ira marcada na pela do filho, assim ela vem sobre o pobre escritor e obriga-o a retornar a si... desfaz-se o mundo recém construído e volta-lhe o menor sentimento; compreende então que o Sonho não é bom par nem mesmo na memória, nem mesmo numa invensão pessoal e misteriosa. A partir de então, qualquer tentativa de fuga pela escrita é abortada pela correnteza dos fatos.
Unem-se agora verdadeiramente Escritor e Personagem, da forma que sempre fora, e agora sem mais tentativas de escape, sem mais Sonhos e possibilidades de mudança; a única arma capaz de servir como descrição de sua vida é uma cantiga esquecida na voz de um palhaço sem graça que não compreende mais a beleza do sorrir, o queixar-se tanta felicidade, pois agora só se vê em frente a um espelho embaçado lutando para tirar a fantasia com as lágrimas que banham seu corpo... é tarde! O pano fez-se em pele, o único colorido que vê é o desbotado da roupa velha, e o único sorriso não é sentido, está pintado com tinta vermelha, ao contrário, leve... e não pode mais ser sentido por seu pequeno coração.

(Thaís Leal)

Recuperando a paixão pela escrita... novos horizontes...